Visão e Controle Pontual da Liderança

Dando continuidade ao post Liderança | Alto Nível de Performance, vamos falar hoje do segundo fator determinante para uma liderança de sucesso:

NÃO HÁ SUCESSO EM UMA EQUIPE, SEM A VISÃO/CONTROLE PONTUAL DA LIDERANÇA

Um time é formado exatamente de componentes aptos para exercer uma determinada função na posição que lhe foi designada. Vamos comparar uma equipe de trabalho de dentro de uma organização com um time de futebol ou de um outro esporte jogado com mais de um jogador. Precisamos refletir sobre alguns pontos importantes para que essa analogia seja compreendida.

  1. Um zagueiro (jogador que executa suas funções na defesa) pode até fazer um gol. Porém, não é a sua principal função.
  2. Um atacante pode até voltar nos contra ataques do time rival para auxiliar na defesa. Porém, também não é a sua principal função.
  3. O preparador físico não entra no jogo para literalmente jogar, mas sim para dar assistência aos jogadores em momentos de desgastes, dores musculares, quedas de rendimentos, etc. Mas, caso entenda que possa jogar, o mesmo até pode jogar. Porém, não é a sua principal função.

Então, chegamos no técnico (coach, líder, treinador). Que maestria todas as atividades/funções de forma harmoniosa. Tendo uma visão ampla, de alguém que está enxergando tudo de fora ou melhor, de um ângulo privilegiado. Na maioria dos casos, os técnicos já foram jogadores profissionais e entendem do negócio. Porém, não é mais a função dele exercer aquelas atividades que anteriormente executava, isto é, jogar.

Interessante refletirmos que, se o técnico em um determinado momento focar a sua atenção apenas em uma determinada área do jogo (meio campo, defesa, ataque ou laterais), o time rival poderá utilizar desta distração/lacuna um meio de alcançar os seus objetivos, fazer o gol e vencer a partida.

Na liderança de uma equipe, um líder de alta performance, precisa entender que não tem mais aquela aptidão ou know-how para exercer na prática aquela atividade do seu colaborador, mas precisa ter um controle/visão pontual de cada tarefa que estão sendo executadas. Há necessidade de se encontrar uma harmonia entre:

  • Querer assumir um número excessivo de rotinas, sem delegar e,
  • Delegar tudo e não obter um controle de como andam as atividades.

Confiar em cada membro do time é extremamente importante, delegando tarefas e dando autonomia nas execuções, deixando fluir ideias e novas maneiras de enxergar o futuro, mas em cada momento orientá-los quanto aos possíveis perigos que poderá ser encontrado no caminho, é imprescindível. Esse é o papel do líder ou técnico do time.

E você, como tem exercido a sua liderança?

Participe, deixe a sua opinião nos comentários.

Rafael Ribeiro – dpzasso@gmail.com

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